"O adiamento é a forma mais mortal da negação"
C. Northcote Parkinson
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
NÃO ESQUECER #CVI
O Amor é o nosso verdadeiro destino. Não encontramos o significado da vida sozinhos. Encontramo-lo com outros.
Thomas Merton
Thomas Merton
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
NÃO ESQUECER #CIV
terça-feira, 19 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
sexta-feira, 11 de maio de 2012
sombras...
morreu...mas fica-nos a obra...
Maria João Seixas – Bernardo, diz-me quem és.
Bernardo Sassetti – Que difícil! Sou um terrestre, muitas vezes feliz, mas um terrestre que caminha de
uma forma muito aérea, muito suspensa, à procura de qualquer coisa, sobretudo na
música, que ainda não sabe muito bem o que é. E isso inquieta-me o espírito. Sempre.
Vivo com esta inquietação vinte e quatro horas por dia.
a ler na íntegra...aqui!!!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
NÃO ESQUECER #C
O professor senta-se junto de um dos seus alunos. A janela está aberta e sente-se o ar frio do inverno na respiração. O professor quer dizer uma série de coisas, especialmente porque começam agora as férias de natal e sente que o menino está triste, que se sente sozinho. lembra-se de uma história persa que ouviu em criança e vira-se para o aluno:
- Disse Muqatil al - Rashid que quando divide um queijo ao meio fica com duas metades, mas quando divide um cabelo não fica com duas metades de cabelo, mas sim com dois cabelos. Há quem diga o mesmo do amor, que se for dividido em dois, como quando temos dois filhos, são dois amores inteiros e não um dividido por dois. E assim, também acontece quando se tem apenas um dos nossos progenitores. Apesar de um deles ter morrido, continuamos a ser amados de um modo total. Se retirares metade do infinito ao infinito, ficas com o infinito à mesma. Percebes o que te estou a dizer?
- Sim, diz o menino.
- Sei que o teu pai não está muito tempo em casa e sentes a falta da tua mãe...
- Não está.
- Mas não é motivo para tristezas e nem podes achar que ele gosta menos de ti por isso. É o trabalho, mas...
- Sim.
- Quando dividimos algumas coisas em dois, não obtemos metades. lembra-te disso, mas sim duas coisas inteiras. Repara: quando um homem divide um pão e um queijo com outro homem, não ficam duas metades de pão e queijo, mas sim duas refeições inteiras. A Matemática que se aprende na escola não inclui estas operações que estão mais de acordo com os nossos sentimentos e menos de acordo com os números. Compreendes o que te quero dizer?
- Sim.
O menino volta para casa enquanto o professor, com uma lágrima nos olhos, olha para ele.
Já é de noite e a casa está em silêncio. o menino abre os olhos quando ouve o pai chegar. Fica deitado, mas não consegue adormecer e passado uma hora, levanta-se da cama. Dirige-se à despensa e depois ao quarto do pai. Tira as algemas que estão penduradas no cinto que, por sua vez está pousado nas costas da cadeira onde o pai deixa a farda quando se vai deitar. O menino com gestos delicados, pega nas mãos do pai que dorme um sono pesado, de cansaço - nem sequer acorda com o barulho das algemas a fecharem - se junto à cabeceira da cama, apenas geme qualquer coisa e volta a ressonar. Só acorda quando sente uma dor aguda no flanco.
Ao tentar mexer os braços, não consegue, tenta mexer as pernas, mas estão atadas aos pés da cama. faz uns gestos bruscos para tentar libertar-se. O menino continua a serrar-lhe o flanco, apesar dos gritos. Só ao cabo de 12 minutos é que o pai desmaia e os gritos cessam. A cama está cheia de sangue e o menino continua a serrar até conseguir, passado hora e meia, dividir o pai em dois. O que obteve com aquela divisão, não foi um pai e uma mãe, como esperava, mas sim uma infinita solidão.
Duas Metades, Afonso Cruz (na edição nº 1075 do JL)
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
sábado, 10 de dezembro de 2011
NÃO ESQUECER XCVIII
Necroturismo! Hoje no i
Nota: as flores são esporádicas
(esculturas sepulcrais da autoria de
José Maria França Machado no Cemitério da Ribeira Grande)
Nota: as flores são esporádicas
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
NÃO ESQUECER XCVII
Bom fim de semana!
(Algures por aí...)
Há muitos anos que não ouço essa expressão:
Eh que grande virgulino!!!
Vê-la escrita foi bastante engraçado sobretudo longe...ou nem tanto...
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
NÃO ESQUECER LXXXIX
Faz de facto muita falta beber chá em pequeno...é o caso do ministro Miguel Relvas...e deste Governo da República!!!
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
NÃO ESQUECER LXXXIV
Achei piada ao nome...

Para abrir este Festival Silêncio, José Mário Branco e Camané, acompanhados por Carlos Bica, José Peixoto e Filipe Raposo, propõem uma incursão nesse mundo – ao mesmo tempo íntimo e universal – onde cada um de nós pode fixar as raízes da vida.
Um jogo de tensões entre o silêncio e os sons, no espaço e no tempo cénicos, que é o apanágio da canção poética. Simples, profundo, nutritivo.
sábado, 28 de maio de 2011
NÃO ESQUECER LXXXII
A ler e reflectir bem...
Quinta-feira foi dia de regresso ao passado. Entrevistado pela Renascença sobre a hipótese de voltar a referendar o aborto, Passos Coelho, surpreendentemente, bordou um argumentário especioso, pouco claro e cheio de subentendidos, com receio de desagradar ao ‘vasto auditório’ conservador que julgava ter em linha.
(...)
O que faltou a Passos Coelho foi a coragem, ou o dom, da clareza na questão da IVG, e isso é muito perturbante num líder que podia ter apresentado uma linha de coerência com o seu pensamento nesta matéria. Teria sido fácil escudar-se no facto de a alteração da lei não constar do mastigado programa do PSD. Mas não, o líder do PSD abriu as portas à especulação e à repetição de uma batalha do passado, em que nem sequer estivera do lado vencido. Perdeu assim mais um dia em desmentidos e esclarecimentos. Por falta de firmeza nas suas próprias convicções.
(...)
quarta-feira, 23 de março de 2011
NÃO ESQUECER LXXVII
"It's no use pretending that you are an ordinary woman. Quite clearly, like this pen, you are not. I don't mean for a second that you are in any way comparable with a pen. And yet you are, like this divine pen you are heavy and light at the same time... How [to] watch the puritanical face relax into slow lust? How to watch that watch catch its breath, and, for a speck of a speck of a millionth of second, become the animal that all men seek for in their women?"
Furious Lovesábado, 19 de março de 2011
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LizandDick