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sexta-feira, 6 de abril de 2012

regalos LXVIII

Cycling Season has begun...

(Praia Sta Bárbara- Ribeira Grande 6abr'12)

domingo, 27 de março de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011

NÃO ESQUECER LXXIII

Em 5ª feira de comadres...

voltei a roubar nos ... dias felizes

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

regalos LV

BOM NATAL!!!

(Madeiro da Sé, Castelo Branco - 24 de Dez 2010)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

NÃO ESQUECER LXVI


PESSOA...

Oh Lisboa, Meu Lar*


*também serviu para notar que o cabeçalho do mim(o)s não é exactamente uma citação mas...o sentido é o mesmo...fica como está :-)

domingo, 1 de novembro de 2009

NÃO ESQUECER LIII


e é mais um dia de pão por deus que passa...

os chocolates (miniaturas em embalagens individuais) substituem o milho cozido e as castanhas...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

NÃO ESQUECER LI


Dia Mundial da Alimentação

(mercado de rua em Filadélfia, Julho 2009)

promova estilos de vida saudáveis!!!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

segunda-feira, 29 de junho de 2009

regalos XXXIV

Em dia de Cavalhadas


As alâmpadas são arranjos feitos com flores e frutos, que de alguma maneira fazem lembrar um lampadário. Destinam-se a ornamentar o paroquial de Ribeira Seca da Ribeira Grande e a oferecer a pessoas ou entidades públicas que se queira honrar durante as festas de São Pedro.

Os frutos utilizados são fruta lampa, nome que se dá aos primeiros da estação. "Lampa" é também, além de "alâmpada", uma das palavras que existem em português com o mesmo significado de "lâmpada". Foi provavelmente da confusão entre lampa, com o sentido de fruta temporã, e lampa com o significado de lâmpada que surgiu o termo alâmpada para designar estas ofertas de flores e frutos que, segundo o Dr. Cortes Rodrigues, terão tido origem nas que foram feitas com os primeiros frutos colhidos depois da esterilidade provocada pela erupção vulcânica de 1563.

Daniel de Sá

sexta-feira, 13 de junho de 2008

NÃO ESQUECER XXXV

Nos 120 anos do nascimento de Fernando Pessoa...

O GRANDE SOL na eira
Talvez seja o remédio...
Não quero quem me queira,
Amarem-me faz tédio.

Baste-me o beijo abstracto
Que o sol dá com luzir
E o amor alheio e exacto
Dos campos a florir.

O resto é gente e alma:
Complica, fala, vê.
Tira-me o sono e a calma
E nunca é o que é.

POESIA DO EU, Fernando Pessoa

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

NÃO ESQUECER XXIII

OUSEM...

(Carnaval de Veneza)

...tirar ou pôr a(s) vossa(s) máscara(s)...