Judite transbordava de amor ilegal.
Titânia
de Mário Cesariny
domingo, 13 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
regalos XLIII
Eram largas dezenas...
(Praia de Sta Bárbara - R. Grande, 10 de Junho 2010)
...estragaram o banho mas não a óptima soneca envolta num calor nublado e mimoso...
sexta-feira, 4 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
3º MIMO
Dizem que é dia mundial da criança...
Le renard se tut et regarda longtemps le petit prince:
- S'il te plaît...apprivoise-moi! dit il.
:-))) le renard est de plus en plus séduit!!!
domingo, 30 de maio de 2010
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
consolos L
Corifeu
Saudamos-te, ó rainha, a primeira entre as mulheres da Pérsia, mãe de Xerxes, viúva de Dario, tu que partilhaste o leito do deus dos Persas, que puseste no mundo um deus. Oxalá nossa antiga sorte possa agora também acompanhar o exército de teu filho.
Atossa
Eis porque deixo a soberba morada e o leito em que outrora recebi Dario; sinto a alma roída de cuidados. Amigos, estou, no íntimo receosa. Nossas excessivas riquezas podem se esgotar; a base do poder que Dario, não sem a ajuda dos deuses, ergueu, pode ruir. Dupla e inexprimível inquietude me enche o coração. Tesouros sem súbditos que os defendam, de nada valem; e, sem tesouros, dias não há de esplendor sem sequer para o mais forte estado. Nossas riquezas acham-se intactas; mas receio pela alma deste palácio; pois a alma de uma casa é o seu dono. Na aflição em que me encontro, aconselhai-me, ó persas, fiéis anciãos, só de vós espero palavra animadora.
Corifeu
Rainha, não duvideis; uma palavra de vós é quanto basta. De nós disponde. Estais consultando aqueles cujo coração vos pertence.
Os Persas de Ésquilo
terça-feira, 11 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
sexta-feira, 23 de abril de 2010
NÃO ESQUECER LVII
DIA MUNDIAL DO LIVRO...
Os meus livros
Não há um livro da minha vida. Existem os meus livros. Para poder escolher apenas um, teria de escolher apenas uma parte de mim. Parte que pode ser uma fase etária, uma obrigação escolar, um contexto de formação, um dever profissional, um momento de lazer ou um estado de alma.
Podia, assim, elencar um livro ou vários para cada uma dessas múltiplas partes de mim.
Enquanto fui criança tive a infância polvilhada com os livros maravilhosos que me mandavam os irmãos crescidos que estudavam lá longe na mágica e distante Lisboa de então;
Os livros que, na Escola, sendo de leitura obrigatória, abriram portas a estilos literários essenciais para a minha sobrevivência actual, como a poesia;
Os livros que, na Faculdade, me acompanharam em várias cadeiras ou na mesma, no caso das que repeti, e que foram marcantes e, como tal, continuam com honras de destaque nas estantes cá de casa e continuo a designá-los pelos epítetos que ganharam na época;
Os livros que, por dever profissional, me conferiram formação para tornar as minhas aulas em espaços de tempo de ensino-aprendizagem agradáveis e de respeito e me habilitaram para lidar melhor com os meus alunos;
Os livros do lazer… das férias, estes que se encheram de areia vezes sem conta que empenaram as capas e algumas folhas salpicadas de sal, esses que têm pelo meio folhas secas, flores silvestres, que dizem mais do que muitas das páginas escritas que as acomodam, esses que ora foram de aventuras, romances, humor, poesia, contos;
Todos os que li enquanto fiz teatro por puro prazer e se mostraram os textos certos ou os poemas ideais para encenar ou apenas para partilhar, mas também aqueles de que fiz cópias para marcar as minhas deixas e as entradas em cena, realçar as palavras mais intensas, os intervalos de dicção e as notações dadas pelo encenador;
Os de banda desenhada, cujas tiras foram tão repetidamente lidas sempre à espera que o riso, provocado por elas fosse maior do que da vez anterior e assim ficaria restaurada a boa disposição ou atingido o relaxamento;
E os que me acompanham nos dias de alma sombria ou de alegria imensa, os poemas, sobretudo poemas curtos e intensos, cheios de força, cujos autores nos consolam apenas por podermos lê-los;
Os livros infantis que, noite após noite, li em voz alta e fizeram com que os meus filhos adormecessem embalados pela voz que conhecem desde sempre, mesmo quando o líquido amniótico os acomodava cá dentro;
Os livros que ainda não li e que fazem monte no chão do meu quarto ou nas estantes, mas sei que, um dia, entrarão neste rol que integra os meus livros…
Os meus livros
Não há um livro da minha vida. Existem os meus livros. Para poder escolher apenas um, teria de escolher apenas uma parte de mim. Parte que pode ser uma fase etária, uma obrigação escolar, um contexto de formação, um dever profissional, um momento de lazer ou um estado de alma.
Podia, assim, elencar um livro ou vários para cada uma dessas múltiplas partes de mim.
Enquanto fui criança tive a infância polvilhada com os livros maravilhosos que me mandavam os irmãos crescidos que estudavam lá longe na mágica e distante Lisboa de então;
Os livros que, na Escola, sendo de leitura obrigatória, abriram portas a estilos literários essenciais para a minha sobrevivência actual, como a poesia;
Os livros que, na Faculdade, me acompanharam em várias cadeiras ou na mesma, no caso das que repeti, e que foram marcantes e, como tal, continuam com honras de destaque nas estantes cá de casa e continuo a designá-los pelos epítetos que ganharam na época;
Os livros que, por dever profissional, me conferiram formação para tornar as minhas aulas em espaços de tempo de ensino-aprendizagem agradáveis e de respeito e me habilitaram para lidar melhor com os meus alunos;
Os livros do lazer… das férias, estes que se encheram de areia vezes sem conta que empenaram as capas e algumas folhas salpicadas de sal, esses que têm pelo meio folhas secas, flores silvestres, que dizem mais do que muitas das páginas escritas que as acomodam, esses que ora foram de aventuras, romances, humor, poesia, contos;
Todos os que li enquanto fiz teatro por puro prazer e se mostraram os textos certos ou os poemas ideais para encenar ou apenas para partilhar, mas também aqueles de que fiz cópias para marcar as minhas deixas e as entradas em cena, realçar as palavras mais intensas, os intervalos de dicção e as notações dadas pelo encenador;
Os de banda desenhada, cujas tiras foram tão repetidamente lidas sempre à espera que o riso, provocado por elas fosse maior do que da vez anterior e assim ficaria restaurada a boa disposição ou atingido o relaxamento;
E os que me acompanham nos dias de alma sombria ou de alegria imensa, os poemas, sobretudo poemas curtos e intensos, cheios de força, cujos autores nos consolam apenas por podermos lê-los;
Os livros infantis que, noite após noite, li em voz alta e fizeram com que os meus filhos adormecessem embalados pela voz que conhecem desde sempre, mesmo quando o líquido amniótico os acomodava cá dentro;
Os livros que ainda não li e que fazem monte no chão do meu quarto ou nas estantes, mas sei que, um dia, entrarão neste rol que integra os meus livros…
leiam!!!!
terça-feira, 13 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
MIMO 40º
É a arte e as velas e os remos que fazem mover as naus,
é a arte que faz mover, ligeira, a quadriga. É a arte que deve reger o Amor.
domingo, 4 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
NÃO ESQUECER LVI
...porque há 4 anos em S. Francisco esta música, (n)a blogosfera e o fuso horário marcaram...
domingo, 21 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
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