A MESA
Ainda um pouco de pão recesso sobre a mesa da cozinha.
Quem o terá deixado entregue às aves? Como terá sobrevivido tantos anos sem ter alimentado algum animal?
Um segredo a que nem a casa sabe responder. Silêncio.
Vou para Casa, Jorge Reis-Sá
A MESA
Ainda um pouco de pão recesso sobre a mesa da cozinha.
Quem o terá deixado entregue às aves? Como terá sobrevivido tantos anos sem ter alimentado algum animal?
Um segredo a que nem a casa sabe responder. Silêncio.
Vou para Casa, Jorge Reis-Sá

Há 9 anos, o meu Pai...
Gaveta de Papéis, José Luís Peixoto
Silêncio aninhado entre as pálpebrasno instante em que os olhos se fecham
para, na escuridão,
o pensamento ver por si só o que resta
do espectáculo da luz
Amparar
sossegar o que te asssusta.
Num campo de nada, Marta Furtado
Uma BOA recomendação...que recomendo...:-))))*
Alexandra, Alexander Sokurov
*Porque lá diz o diatado: "de um dado também se dá"
...Mais Ribeira Grande!!!
(Centro de Artes e Ofícios,Bº dos Pescadores/Rabo de Peixe-28Jun08)
(Estruturas de apoio à Praia da Sta Bárbara, Ribeira Grande-29Jun08)
(Bar/Restaurante Tu Ká Tu Lá, Praia Sta Bárbara-R. Grande 29Jun08)
...começa a fazer sentido!!!
Acerca da irresolução*
A irresolução é também uma espécie de medo que, ao reter a alma como que numa balança sopesando as várias acções que pode desenvolver, faz com que não execute nenhuma delas, ganhando assim tempo para escolher antes de se decidir, o que, se tem algo de bom, se torna mau quando dura mais do que devido e quando gasta a deliberar o tempo que devia ser utilizado para agir. Digo, pois que é uma espécie de medo, embora possa acontecer, ao vermo-nos perante várias opções de bondade aparentemente igual, sentirmo-nos hesitantes e inseguros sem que isso nos inspire o menor receio; a verdade é que essa espécie de irresolução deriva apenas do assunto com que nos deparamos, e não de uma emoção espiritual; é que não se trata de uma paixão, ainda que o receio de falhar na escolha faça crescer a incerteza. Mas este medo é tão vulgar e tão forte em alguns de nós que, frequentemente, mesmo quando nada há para optar e apenas existe uma coisa a pegar ou largar, nos paralisa e nos põe inutilmente à procura de outras saídas; este exagero de irresolução tanto deriva do excessivo desejo de fazer bem como de uma fraqueza do entendimento, que se move na confusão e na falta de ideias claras e distintas; o remédio contra tal abuso é habituramo-nos a fazer julgamentos certeiros e precisos acerca de tudo aquilo que se nos depara, e acreditarmos que cumprimos sempre o nosso dever quando executamos o que pensamos ser melhor, mesmo que possamos avaliar muito mal.
MARIA HELENA VIEIRA DA SILVA
*Texto retirado do JL 983
A Rapariga com Muitos Olhos
Em S. Jorge a Quinta de São Pedro marca a diferença...
...a simpatia, o saber receber e o requinte dos detalhes justificam que nos instalemos lá...(São Pedro, Velas - 11 Jun 08)
Como As Espigas
Finalmente (emborasaibas que não há
nem fim nem princípio):
deves dizer ainda
que há uma rosa de espuma
no teu peito e que
o seu perfume
não se esgota. E que lá
também existe
uma fonte onde bebem
as flores silvestres. Mas não
humildes, como ias
chamar-lhes: altas
como as espigas
do vento, que no vento
se esquecem e que no vento
amadurecem.
*hoje condecorado Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique
A época acabou em grande!! Para o ano a claque desdobrar-se-á a apoiar cadetes e... infantis :-))) Como eles crescem!!!
Raro momento
o de estar só com a paisagem
entre ter e haver de ter.
Ver que nas mãos revoam gestos.
Obra Breve, Fiama Hasse Pais Brandão