Há uma regra de atracção que decorredo modo como as forças estão ligadas
uma à outra...
quinta-feira, 29 de maio de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
sexta-feira, 23 de maio de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
regalos XXV
VIVO SEMPRE no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada. Não tenho esperanças nem saudades. Conhecendo o que tem sido a minha vida até hoje - tantas vezes e em tanto o contrário do que eu a desejara -, que posso presumir da minha vida de amanhã senão que será o que não presumo, o que não quero, o que me acontece de fora, até através da minha vontade? Nem tenho nada no meu passado que relembre com o desejo inútil de o repetir. Nunca fui senão um vestígio e um simulacro de mim. O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.
Livro do Desassossego, Fernando Pessoa
quarta-feira, 21 de maio de 2008
consolos XXVIII
* não sei o título, contudo algures no nome haverá...Cavalhadas, nem que seja por alcunha!!!
sábado, 17 de maio de 2008
quinta-feira, 15 de maio de 2008
MIMO 13º
sexta-feira, 9 de maio de 2008
NÃO ESQUECER XXXII
terça-feira, 6 de maio de 2008
regalos XXIV
CXXVI. o homem enfermo
O ruído das asas do dicionário ouvia-se no desassossego da casa.
(...)
"Eu digo, em borboleta:
__Eu sou uma borboleta. Mas queria ter um sabor breve dos sentimentos humanos. É, de toda a evidência, uma cabeça humana que me está a pensar, o que não impede que o que aqui fica escrito seja o sentido da minha alma de borboleta que defronta a criatura humana que me está a ver__essa, que nunca quereria ser caçadora de borboletas,
mas cantora de leitura,
como já é cantora de escrever.
Se os cantores de leitura me admitirem no interior da sua voz, como a voz com que lêem lhes dirá que admitam, eu vacilarei entre ser e não ser da mesma espécie. Preciso de estudar, perto e longinquamente, sobre mim mesma__e a sua perda. A minha vida é arriscada e breve."
O fogo do luar libidinal é isto.
Amigo e Amiga - Curso de Silêncio 2004, Maria Gabriela Llansol
bons exemplos VIII

Numa altura em que tanto se fala dos alimentos...é bom que alguém se preocupe. É que além de aprenderem a importância de uma boa alimentação aprendem, em aparente brincadeira, coisas importantes... que muitas vezes por parecerem detalhes passam despercebidas!
domingo, 4 de maio de 2008
afectos XII
(prendas "oficiais" feitas na escola - 4 de Maio 2008)
Eles são MARAVILHOSOS!!!!!!!
Esmeraram-se, excederam-se em mimos para com a mãe todo o dia...
terça-feira, 29 de abril de 2008
NÃO ESQUECER XXXI
DIA INTERNACIONAL DA DANÇA
segunda-feira, 28 de abril de 2008
sombras
NEGRURA
(Adaptada)
Neste dia sem luz que me anoitece,
...
Até de mim a minha dor se esquece
... Chove tristeza fria no telhado
Do castelo do Sonho; ...
...
... ...
Qualquer coisa que foi princípio e fim;
...
... ... ouço cantar alguém,
Mas é longe de mais a melodia...
E o ouvido que vai nunca mais vem
Trazer-me a luz que falta no meu dia. Miguel Torga
consolos XXVI
(Tás-os-Mosteiros, Ribeira Grande - 26Abr08)
...as limpezas ainda são o que eram em alguns sítios...
...mais do que cheiro a Verão...cheirou-me a infância!!!!
sexta-feira, 25 de abril de 2008
sombras
quinta-feira, 24 de abril de 2008
afagos XXIV
Hoje...tinha este mimo à minha espera na caixa do correio...
Álvaro Laborinho Lúcio
domingo, 20 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
quarta-feira, 9 de abril de 2008
NÃO ESQUECER XXX
O senhor Henri disse: o telefone foi inventado para as pessoas poderem falar afastadas umas das outras.
...o telefone foi inventado para afastar umas pessoas das outras.
...é exactamente como o avião.
...o avião foi inventado para as pessoas viverem afastadas umas das outras.
...se não existissem aviões nem telefones as pessoas viviam todas juntas.
..isto é uma teoria, mas pensem bem na teoria
...o que é preciso é pensar no momento em que ninguém espera.
...é assim que os surpreendemos.
O Senhor Henri, Gonçalo M. Tavares




