:))))) apetece-me dançar... :))))
Yer Mali Gakayoyo, Ali Farka Touré
Cuando estuve en el mar era marino
este dolor sin prisas.
Dame ahora tu boca:
me la quiero comer con tu sonrisa.
Cuando estuve en el cielo era celeste
este dolor urgente.
Dame ahora tu alma:
quiero clavarle el diente.
No me des nada, amor, no me des nada:
yo te tomo en el viento,
te tomo del arroyo de la sombra,
del giro de la luz y del silencio,
...
Jaimes Sabines
Cavalhadas 2010 - Saída do Solar da Mafoma
Estes sons eram a "Alvorada" quando eu era criança...
Cristina:
Meredith:
O que hei-de fazer?...
(Praia de Sta Bárbara - R. Grande, 10 de Junho 2010)
...estragaram o banho mas não a óptima soneca envolta num calor nublado e mimoso...
Dizem que é dia mundial da criança...
Le renard se tut et regarda longtemps le petit prince:
- S'il te plaît...apprivoise-moi! dit il.
:-))) le renard est de plus en plus séduit!!!
leiam!!!!
É a arte e as velas e os remos que fazem mover as naus,
é a arte que faz mover, ligeira, a quadriga. É a arte que deve reger o Amor.
...porque há 4 anos em S. Francisco esta música, (n)a blogosfera e o fuso horário marcaram...
Dos amantes dichosos no tienen fin ni muerte,
nacen y mueren muchas veces mientras viven,
tienen la eternidad de la naturaleza.

Lá diz o ditado: "há males que vêm por bem."
Divirtam-se!!!!
... azul...

...
cada um de nós é dois, e quando duas pessoas se encontram, se aproximam, se ligam, é raro que as quatro possam estar de acordo. O homem que sonha em cada homem que age, se tantas vezes se malquista com o homem que age, como não se malquistará com o homem que age e o homem que sonha no Outro?
...
O amor quer a posse, mas não sabe o que é a posse. Se eu não sou meu, como serei teu, ou tu minha? Se não possuo o meu próprio ser, como possuirei um ser alheio? Se sou já diferente daquele de quem sou idêntico, como serei idêntico daquele de quem sou diferente?
O amor é um misticismo que quer praticar-se, uma impossibilidade que só é sonhada como devendo ser realizada.
Livro do Desassossego, Fernando Pessoa
Andando, Hirokazu Kore-eda
(Bin-jip, kim ki-duk) Lembrei-me desta imagem depois de um, muito agradável, chá preto tomado no Pavilhão Chinês.
Más fuerte que mi orgullo son tus ojos.
maracujá da índia
lanches suculentos ricos em ferro...
Nos lençóis desta semana
dez asas de formiga são ábacode areia dedos lábios
oito manchas de amor directo
quatro ais que definham em poente
surdo de arder por dentro
na hora em que nos comemos
no halo branco dos pátios
e o violino vibra as cordas
de pavões enrouquecidos
fodemos na visão íntima de uma praia
tu gravas-me no braço versos felizes
versos que te dou em palavras de carne
pelo corpo magnânimo se espalha
o teu novo poema espumado
e posso finalmente roer o véu à tarde
e rir ao chegar o cadafalso
a teu lado num quinteto intacto de ursos
vejo no ar o trágico o natural
o caloroso fundo do teu corpo
abre à minha boca a corola provençal
Miguel C.
(codornizes recém nascidas - Ribeira Grande)
Esta notícia reforçou a minha convicção da importância da ruralidade em meio urbano!!! :-))))
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Caim abraçou-a, mas entrou nela suavemente, sem violência, com uma doçura inesperada que quase a levou às lágrimas.
e é mais um dia de pão por deus que passa...
os chocolates (miniaturas em embalagens individuais) substituem o milho cozido e as castanhas...
De tudo meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encanta mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei-de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Soneto de Fidelidade
, Vinicius de Moraes
História de quem perde a sombra no Chapitô* *"dois corpos nunca se envolvem sem antes se envolverem as sombras"
Ele diz:
(...) Consideramos belo aquilo que é realizado com saber, com qualidade, com técnica. Aquilo que é verdadeiro, belo e bom. mas também consideramos belo aquilo que nos traz reflexos da nossa memória: sucessivas camadas onde reconhecemos todas as imagens que trazemos dentro de nós vindas de longe, talvez da infância. A nossa biografia pessoal é a história de uma memória capaz de condicionar a nossa visão do mundo e o nosso futuro num permanente trabalho de recordar. Mas nunca sabemos onde a beleza irá aparecer: por vezes surge onde e quando menos esperamos, outras vezes aguardamo-la e ela não aparece. A beleza ataca de surpresa quem souber estar atento e disponível para o que nos rodeia. A arte pode ser uma verdade inesperada. (...)Se fosse possível movermo-nos mais devagar, contrariar a velocidade em que acreditamos ter de estar submersos, seria talvez possível ver em vez de olhar. A intensidade da experiência do nosso mundo só poderá ser conseguida através do tempo, o tempo que nos permite reconhecer aquilo que nos é estranho.(...)
O tempo é o nosso único amigo.
Rui Chafes no catálogo da escultura Parar o Tempo
(mercado de rua em Filadélfia, Julho 2009)
promova estilos de vida saudáveis!!!
Não tenho relógio de pulso e o relógio que habitualmente uso - a natureza - está partido, pois a luz do dia está totalmente indecifrável. Podem ser onze da manhã ou cinco da tarde. Gonçalo M. Tavares
As alâmpadas são arranjos feitos com flores e frutos, que de alguma maneira fazem lembrar um lampadário. Destinam-se a ornamentar o paroquial de Ribeira Seca da Ribeira Grande e a oferecer a pessoas ou entidades públicas que se queira honrar durante as festas de São Pedro.
Os frutos utilizados são fruta lampa, nome que se dá aos primeiros da estação. "Lampa" é também, além de "alâmpada", uma das palavras que existem em português com o mesmo significado de "lâmpada". Foi provavelmente da confusão entre lampa, com o sentido de fruta temporã, e lampa com o significado de lâmpada que surgiu o termo alâmpada para designar estas ofertas de flores e frutos que, segundo o Dr. Cortes Rodrigues, terão tido origem nas que foram feitas com os primeiros frutos colhidos depois da esterilidade provocada pela erupção vulcânica de 1563.
Com luz e calor me curaste a alma
A linguagem é uma fonte de mal-entendidos!
...Mas todos os dias te podes sentar mais perto...
A raposa cativada!
Investigações.Novalis, Gonçalo M. Tavares13.
TER CORPO Aparecido para o PRAZER.
TER CORPO Desaparecido para a DOR.
Impossibilidade Primeira, BÁSICA, Essencial.
Daí a angústia.
Nada mais.
e apetece-me legendar com algo que ouvi esta manhã na Antena 2: "Se o silêncio fosse música poderia ser esta música calada" O 4 é um 4 para todos?
CX. libidinais
Surgiam na linha do horizonte,
como mendigos a pedirem tardias desculpas por terem roubado, e não implorado - o que me perturbava contundentemente -,
o silêncio alvo,
o silêncio quente,
e o silêncio mudo. Cada um deles trazia para mim, em linhas gerais que só a subtileza destrinçava - a ausência. Era extraordinário não coincidirem as datas do desaparecimento, embora todas elas contivessem não a beleza formal dos dias e meses do calendário, mas a beleza alva, a beleza contrária, a beleza muda.
Muda a beleza.
Amigo e Amiga, Maria Gabriela Llansol